Arquivo da categoria: Prosa

Algo novo

Sei que havia prometido versos… mas ainda estou insatisfeito com o que ando escrevendo… Por enquanto, deixo aqui um pequeno texto. “(Sem título) Meu quarto parece mais um quarteirão varrido por um furacão. São tantas coisas. Importantes, fúteis, interessantes. absolutamente … Continue lendo

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Noite difícil

Não aguentou nem chegar em casa. Foi tossindo e cuspindo tudo ali mesmo. Quando só restava um fio brilhante pendente de sua boca, esfregou o rosto com as mãos e tentou por-se de pé novamente. Só percebeu que estava deitado … Continue lendo

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Engano(?)

Corpos homoformes, sons rápidos, uma luta frenética contra o ar espesso. Era como se ele visse tudo aquilo com olhos que pairavam sobre o lugar. Ele via apenas braços, bocas e fumaça. Não há de se esquecer das luzes, claro. … Continue lendo

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Vida simples, dia amargo.

A camisa xadrez ainda tinha um ‘marelado de onte’, o café tava frio, o viralata de mau-humor roeu aquele chinelo melhorzin. Ooh azardocapetaviximaria. E falam que roça é vida fácil! Queria vê os marmanoj engravatado guentá o tranco! Suor, terra, … Continue lendo

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(Sem nome)

Queria tanto escrever um conto. Queria personagens só meus, um enredo de aventura, drama, suspense, qualquer um. Palavras que sairiam dos lábios do meu lápis; perseguições, tiros, lágrimas, despedidas que só apareceriam só no meu papel. Queria escrever um poema. … Continue lendo

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auto(?)-controle

São nuvens de chuva lá fora. Aqui dentro também. Vozes que crescem, egos que inflam. Vai ser feio. Do conspirar sussurado ao acusar gritado pouca coisa muda, o que me preocupa são as mãos. Só me concentro nas mãos. Vazias, … Continue lendo

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(Sem nome)

São essas coisas que me deixam louco, não o de sempre. Esse andar vacilante, indeciso em metro e passo, dissoa do barulho da avenida. É, aquele velhinho que marca a valsa com a bengala, de todo o resto que passa … Continue lendo

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Queria ser…

Aspirante. Nada mais. Queria ser rei, queria ser ator, queria fingir que sentia. Queria escrever um castelo desenhando letras, contar a morte da tragédia que mal começava. ‘As palavras escapavam’, clichê repetido. Não escapavam, só não se davam bem o … Continue lendo

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A puta da sociedade

Esses pervertidos que se vêem o topo do mundo, sejam playboys ou peões de outra estirpe, só me sabem abusar. Bocas, largas, pequenas; gargantas, estreitas, profundas. Quantos já se utilizaram de meus serviços? Faço com que esqueçam, faço com que … Continue lendo

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